domingo, 6 de maio de 2012

A JUSTIFICATIVA QUE NÃO SE JUSTIFICA! NÃO PODEMOS ATENDÊ-LOS!

Policiais e Bombeiros Militares não estão nada otimistas com possível atendimento das suas reivindicações


A justificativa do Governo Agnelo para não cumprir as promessas de campanha, firmadas em 2010com as categorias de policiais e bombeiros militares, é a suposta aproximação das despesas com pessoal do GDF do limite estabelecido na Lei de Responsabilidade Fiscal. Acontece que este argumento é falacioso e demonstra a falta de prioridade da atual gestão, pois se quisesse, o Governador Agnelo cumpriria suas promessas sem problemas, pelas razões especificadas abaixo:

1º - O inciso V, parágrafo 1º do artigo 19º da Lei de Responsabilidade Fiscal afirma expressamente que no DF as despesas com pessoal custeadas com recursos de repasses federais não entram na contabilidade para efeito do limite da LRF.

2º - Em 2012 o Orçamento prevê a aplicação de 5,2 bilhões do Fundo Constitucional na Segurança (Verba Federal), mais 626 milhões de recursos próprios do GDF (Verba Local), totalizando 5,826 bilhões. Portanto, há verba suficiente para atendimento das demandas dos militares.

3º- Segundo alega o governo, os recursos do Fundo Constitucional não são suficiente para pagar toda a folha de pessoal, tendo o GDF que complementar com recursos do Tesouro local. Então, partindo desse princípio, somente a parte do Tesouro do próprio GDF que é utilizada no pagamento dos salários do pessoal é que deve ser contabilizada para cumprimento dos critérios da LRF.

4º- A Deputada Eliana Pedrosa apresentou duas medidas que poderiam viabilizar os reajustes a policiais, bombeiros e professores em Audiência Pública realizada no dia 29 de março passado, aumentando a Receita Corrente Líquida e tirar o DF do limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal(LRF), a saber:

1ª) Trata da revisão da renúncia fiscal. Hoje, o GDF concede R$ 1 bilhão em renúncias para empresas de alguns segmentos. “A Lei Orgânica do DF exige a revisão desta renúncia. Isso não foi feito por nenhum dos governos anteriores e pode ser feito agora. Se o governo reduzir a renúncia em 50% terá disponível mais R$ 500 milhões no cálculo da LRF”

2ª) trata da redução de gastos com cargos comissionados. Em 2011, os cargos comissionados do GDF receberam aumento de 115%, o que levou o custo dos comissionados para R$ 320 milhões em 2012. Além disso, foram criados 16 novos órgãos públicos, com custo anual de R$ 40 milhões. Este ano, o governador Agnelo Queiroz anunciou corte de apenas 10% nestes gastos. Se reduzisse em 50%, teria uma economia de R$ 180 milhões.

5º- De acordo com Eliana, um cálculo simples deixaria folga na LRF para que os aumentos fossem concedidos. “Se somarmos R$ 500 milhões [renúncia fiscal] e R$ 180 milhões [custeio da máquina], teríamos R$ 680 milhões a mais na receita líquida corrente do GDF. Assim, o governo ficaria longe do limite prudencial da LRF”.

Conclusão: Agnelo pode cumprir sua palavra e atender as categorias da segurança pública, garantindo a normalidade na capital, sem se desgastar com as mesmas e a sociedade. Com boa vontade política, o caminho para construir o atendimento das reivindicações das categorias pode ser construído rapidamente. A nobre Deputada provou isso em números. Mas infelizmente parece que o objetivo do Governador e sua equipe de "falcões" é humilhar as categorias de PMs e BMs da Segurança Pública, mesmo tendo dinheiro em caixa. Não permitiremos, porque vamos resistir e fazê-lo reconhecer que Brasília sem policia militar e corpo de bombeiros é como reino dividido: ACABARÁ FADANDO-SE AO FRACASSO, e junto levará seu REI!

Fonte: Blog do Tenente Poliglota...



domingo, 29 de abril de 2012

BRASÍLIA PRECISA DE TRANSFORMAÇÕES URGENTES

Não dá mais para esperar...precisamos tomar uma atitude.

Se você todos os dias acorda indignado com a roubalheira, com as mortes por descaso, educação que não existe, segurança que não temos, transporte que fica pelo meio do caminho, asfalto que nos faz lembrar a roça, e impostos que nos sufoca e não nos dá retorno, você precisa reagir.
Reunimo-nos em milhares para uma partida de futebol, seja num estádio, ou em frente uma televisão, para o carnaval, para os cultos religiosos e missas, para shows, então porque não nos reunirmos para garantir a nossa qualidade de vida e o futuro dos nossos filhos?
Não podemos ser esquerda ou ser direita! Temos que ser BRASÍLIA, temos que ser BRASIL!!!
Dia 1º de maio, às 10:00 horas da manhã em frente ao BURITI.
Leve toda sua família, filhos, amigos e vizinhos, só a união vencerá essa guerra.
Fonte: Mídia postada na internet

Policiais Femininas – Identidade e Desafios

Por onde andam as Policiais Femininas e esposas de policiais?

A história da mulher na PM é uma história recente, a primeira polícia brasileira que recepcionou uma mulher foi a de São Paulo, há 55 anos, entretanto, a primeira mulher a chegar ao posto de coronel foi no estado de Minas Gerais. A Bahia foi uma das últimas polícias a introduzir a mão de obra da Policial Feminina em seus quadros corporativos, tendo sua primeira turma em 1989, como praças – eram 27 sargentos e 78 soldados, que formaram a primeira tropa policial militar feminina da Bahia, instalada na Vila Militar dos Dendezeiros, denominada Companhia de Polícia Militar Feminina. Foi só em 1992 que ingressou a primeira turma de “Pfems” para compor o Curso de Formação de Oficiais.

O espírito belicoso que dirige as relações policiais militares, herança das forças armadas, enxerga uma incompatibilidade tácita da aptidão da policial feminina para a rotina de um “policial operacional”. Dessa premissa extraem-se dezenas de jargões altamente preconceituosos e machistas que representam o imaginário simbólico dos militares homens, em sua grande maioria. Essa visualização negativa reflete diretamente na construção da identidade da policial militar e cristaliza um preconceito deturpador, altamente ofensivo e antiproducente.

Os pilares advindos de uma formação militar tradicional visualizam na força física um suporte fundamental para demonstrar vocação para a profissão. A virtude de um policial, nesse sentido, seria medida pela sua capacidade de emprego da força bruta, tendência incompatível com a expectativa que é demandada pelo modelo de policiamento preconizado atualmente.

Os anos oitenta, quando se intensificou o ingresso das mulheres nas instituições policiais militares, são destacados por representar um período de crise, onde a identidade do policial estava sendo redimensionada – valores como inteligência e a capacidade para resolução de conflitos passaram a compor o perfil profissional do agente de segurança pública. O policial não se resumiria mais a um mero aplicador da força física. A imagem do PM truculento e dissociado da realidade não condiz com a demanda social advinda do processo de redemocratização pós-ditadura.

A mulher se alinha a essa tendência e apesar da resistência em ocupar um espaço freqüentado exclusivamente por homens, a sua chegada era inevitável. Os direitos civis que previam igualdade entre os sexos reivindicavam por poderes que foram cerceados historicamente. A ascensão da mulher é resultado de negociações e lutas, que se esforçam em alterar culturalmente a concepção que tende a hierarquizar as relações de gênero no contexto das relações sociais.

Contudo, na esfera da segurança pública, o processo não foi simples e nem revolucionário. As primeiras policiais femininas, ou Pfems como eram designadas, não foram empregas no policiamento operacional. Sendo aproveitadas em funções que pudessem dar visibilidade à sua presença na PM, sendo destacadas como “bibelôs” que salvaguardavam o caráter politicamente correto que ambiente enseja.

Entretanto, o processo de aceitação da mulher nos quartéis é fortemente posto à prova. As críticas, a auto-afirmação e a superação são diariamente testadas, é comum enfrentar comentários maldosos de colegas ou superiores hierárquicos que subestimam a nossa apropriação profissional.

As convicções impregnadas de machismos sempre tenderam a afastar a mulher de atividades que destoassem das atribuições de gênero que categorizam a sociedade tradicional, porém, o fomento das relações interpessoais e a ascensão dos direitos da mulher inserem esta em lugares historicamente ocupados por homens.

A aquisição de um efetivo composto pelo sexo supostamente frágil constitui uma exigência da modernidade, a despeito de ainda ser um processo lento e adverso. A irreversibilidade dessa conquista impõe uma responsabilidade imperiosa, que se justifica não com a negação da nossa feminilidade e nossa natureza “fisicamente inferior”, mas, combatendo com a sensibilidade e humanismo e não se deixando diminuir diante os ataques do passado que insistem em permanecer no presente.

Fonte e Autora:*Luciana Prazeres é antropóloga e aluna a oficial da Polícia Militar da Bahia, atualmente cursando o 2º ano do Curso de Formação de Oficiais.

Opinião:

Um texto de tamanha magnitude não pode deixar de refletir uma imagem construída da Policial feminina; passou o momento de cada uma, das milhares existentes na Polícia Militar do DF, manifestarem-se diante de assuntos que estão diretamente relacionados à elas, seus esposos, familiares e que trarão, de uma forma ou de outra, transformações no seu dia-a-dia; O silêncio por parte desse seleto grupo de policiais que tem se assolado nos Blogs direcionados às buscas de melhorias funcionais e salarias para as categorias chega a ser assustador, levando-nos a pensar, em alguns momentos, que não existe mais o quadro feminino na PM; observei que no início muitos comentários “chulos” acabaram afastando a sensibilidade feminina dos blogs, mas com o passar do tempo a conscientização de uma cultura afirmativa e de bons valores transformaram palavras, e então veio a esperança de as sábias vozes femininas voltariam com força total. Conclamo-as a participarem, comparecerem às assembleias e opinarem com sua administração nata para que juntas possamos tentar mostrar o valor de um(a) policial militar, nossos esposos e esposas.

Por Titania Mendes.

sábado, 28 de abril de 2012

Vice de Agnelo pede apuração de grampo no DF

Filippelli (PMDB) solicitou investigação formal de suposta espionagem na Casa Militar; relação com governador Agnelo (PT) azedou.

Receoso de que tenha sido bisbilhotado dentro do próprio governo do Distrito Federal, o vice-governador Tadeu Filippelli (PMDB) decidiu nesta sexta-feira, 27, pedir formalmente ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e à Procuradoria-Geral da República (PGR) explicações sobre a suposta rede de espionagem ilegal que teria sido montada na Casa Militar. A suspeita azedou a relação do governador Agnelo Queiroz (PT) com o vice, que comanda no DF o principal partido da base aliada. ...

Segundo denúncias da oposição, um núcleo de inteligência, supostamente montado pelo coronel Rogério Leão, chefe da Casa Militar do governador, teria quebrado sigilos pessoais de cerca de 80 pessoas e grampeado autoridades, jornalistas e políticos - de adversários a aliados de Agnelo. Entre eles estariam o deputado federal Fernando Francischini (PSDB-PR), o jornalista Edson Sombra, que edita um blog crítico ao governo e o próprio Filippelli, maior beneficiário de um fracasso de Agnelo.

Filippelli já havia feito a mesma consulta ao Ministério Público local, que, numa investigação de rotina, teria descoberto a existência de uma rede de grampos no Palácio do Buriti. Mas, diante de resposta ambígua, recebida nesta sexta, ele resolveu recorrer às instâncias federais.

 
"Prefiro não acreditar que algo tão absurdo tenha acontecido", disse o vice por meio de nota. Ele alega que desconhece a existência do núcleo de inteligência, mas por uma questão institucional e para preservar o governo, decidiu dirimir a dúvida.

Na resposta que deu à consulta, o MP do DF alega que não há "nenhuma investigação em curso que envolva as notícias" relacionadas à rede de espionagem. Mas ressalva que, por ser governador, Agnelo goza de foro especial no STJ e na PGR. Uma vez que os fatos divulgados na imprensa implicam o governador, anota a instituição, "a atribuição para instaurar procedimento administrativo investigatório é do próprio Ministério Público Federal".

CPI. A suspeita da rede de espionagem, objeto de uma CPI instalada na Câmara Distrital, começou depois que Francischini, que é delegado federal, descobriu que seus dados foram acessados no Infoseg - rede protegida de dados de Segurança Pública dos cidadãos de todo o País, administrada pelo Ministério da Justiça - por dois militares ligados ao coronel Leão.

Pelo porta-voz, Ugo Braga, o governador negou as acusações e disse que sua relação com Filippelli é respeitosa e baseada na confiança mútua.

Principal suspeito de comandar a rede, o coronel Leão informou que os dois militares "fizeram consultas legais e devidamente identificadas" ao Infoseg sobre Francischini e Sombra porque eles "haviam convocado ato público e incitado a população a destruir casa comercial de familiares do governador, que são alvos de proteção legal".

Francischini pediu a prisão do governador por causa do incidente. O governador já responde a inquérito criminal no STJ e virou alvo também das atenções da CPI do Cachoeira, que investiga ligações de autoridades do seu governo com a organização criminosa desmantelada pela Operação Monte Carlo. Desde o início do governo, a relação entre Agnelo e Felippelli é de discreta desconfiança.

Os dois sempre nutriram distância política, mas fizeram uma aliança eleitoral forçada em 2010 por causa da coalizão nacional.
Por Vannildo Mendes

Fonte: Jornal O Estado de São Paulo - 28/04/2012 e Blog do Sombra.

MULHER...! SUAS LUTAS E CONQUISTAS

Amigos e amigas, estive fora por alguns dias, mas estou de volta com energia totalmente recarregada.

Estamos no século XXI, vivendo, ainda, em um mundo machista, mas a mulher já ocupa o seu lugar em igualdade com os homens.
Foram muitos anos de luta, perseverança e sofrimento, para conseguir que seus direitos fossem reconhecidos.
Na época em que suas palavras eram ignoradas, sempre vivendo em segundo plano, a mulher tornou-se destemida, afrontando a família e a sociedade, partindo em busca de suas realizações e seus ideais.

As mudanças foram acontecendo gradativamente, uma vez que, quando casada, era, praticamente, escrava do marido e, solteira, jamais poderia desobedecer ao seu pai, sob pena de ser internada em um convento, até o dia que sairia para o casamento, quando iria conhecer seu futuro marido.

A mulher agora tem vida própria, é competitiva, empreendedora, participa de qualquer setor relacionado a emprego e cumpre com competência, as funções que a ela são destinadas. Batalha para conquistar sua felicidade, sem interferências. Muitas vezes fazendo papel de pai e mãe, trabalhando para poder sustentar seus filhos, com dignidade.

A mulher é uma vitoriosa, porém se destaca, ainda mais, porque só ele tem certos dons que são vedados ao homem: Gerar uma nova vida em seu ventre é um privilégio que Deus concedeu, apenas, à mulher, o sexto sentido aguçado e, suportar a dor com mais resistência.

Valeu a pena toda essa conquista? Com certeza...!
No entanto, com toda essa evolução, o homem deixou de tomar certas atitudes, por acreditar que a mulher, por sua independência, já não mais necessita alguns gestos, que continuam sendo importantes para ela.

Qual a mulher que não gosta de receber flores, ainda que não seja uma data especial?
Qual a mulher que não se sente prestigiada, quando seu companheiro abre a porta do carro para que ela entre, quando estão juntos, para irem a qualquer lugar?
A fragilidade que tanto apregoam nas mulheres, não está no físico, mas na sensibilidade.
Apesar de ter havido perdas, ela continua, sem esmorecer, a trilhar o novo caminho,que escolheu, como a grande guerreira que é...!
Por Vanda Dias da Cruz

Fonte : http://www.lojinhadasmensagens.com.br/menu.htm

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Agnelo trava CPI com choro e cargos

A CPI da Arapongagem estava engatilhada na Câmara Legislativa do Distrito Federal (leia mais em CPI da arapongagem), mas Agnelo Queiroz conseguiu ganhar tempo para evitar uma devassa no governo, depois de reunir deputados de sua base de sustentação.

Como Agnelo convenceu os deputados? Simples: ofereceu cargos e lembrou aos parlamentares que todos tinham o compromisso de defender o governo, pois todos já mantinham cargos na máquina. Agnelo também disse que o pedido de ajuda não era político e nem partidário, era pessoal. Para completar, ele chorou.


Por Titania Mendes


Fonte: Veja.com - Radar on-line - 20/04/2012




quinta-feira, 19 de abril de 2012

MARCHA CONTRA A CORRUPÇÃO - 21 ABRIL DE 2012

Por favor, assista e leia até o final! Precisamos transformar! e toda mudança traz benefícios, apesar de causar algumas dúvidas iniciais. Essa marcha poderá significar um marco histórico na política e na vida de todos os brasileiros, cansados e humilhados de tanta corrupção. Se faça presente, leve amigos, parentes, cahorros e papagaios, MAS ESTEJA LÁ.

VOCÊ PRECISA FAZER PARTE DESSA HISTÓRIA!!!!